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sábado, 23 de abril de 2016

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sábado, 23 de abril de 2016 ///
E a gente se perde, num pensamento sem fundamento ou até mesmo em uma lembrança de algo a muito tempo vivido. Enquanto espero ser atendido, me perco olhando a fila imensa de um banco, imaginando quantas historias de vida se encontram ali. Quantas delas podem quase ter se cruzado em algum momento e ninguém se deu conta. Quantas historias felizes, tristes, quantas lutas, quanta dor.

Cada um carrega em si um oceano, há quem saiba nadar mas prefira a margem. E há aqueles que mesmo sem saber mergulham fundo a fim de conhecer o que de melhor o outro pode oferecer. Me questiono quantas decepções amorosas aquela senhora com sacolas no braço e o neto no outro já viveu? Quantas noites sem dormir para garantir o sustento da casa aquele senhor de cabelos brancos passou? Será que hoje ao olharem pra trás estariam satisfeitos com a vida que viveram? Me parece que sim.



E a gente se perde, num pensamento sem fundamento ou até mesmo em uma lembrança de algo a muito tempo vivido. Enquanto espero ser atendido, me perco olhando a fila imensa de um banco, imaginando quantas historias de vida se encontram ali. Quantas delas podem quase ter se cruzado em algum momento e ninguém se deu conta. Quantas historias felizes, tristes, quantas lutas, quanta dor.

Cada um carrega em si um oceano, há quem saiba nadar mas prefira a margem. E há aqueles que mesmo sem saber mergulham fundo a fim de conhecer o que de melhor o outro pode oferecer. Me questiono quantas decepções amorosas aquela senhora com sacolas no braço e o neto no outro já viveu? Quantas noites sem dormir para garantir o sustento da casa aquele senhor de cabelos brancos passou? Será que hoje ao olharem pra trás estariam satisfeitos com a vida que viveram? Me parece que sim.

E a gente se perde, num pensamento sem fundamento ou até mesmo em uma lembrança de algo a muito tempo vivido. Enquanto espero ser atendido, me perco olhando a fila imensa de um banco, imaginando quantas historias de vida se encontram ali. Quantas delas podem quase ter se cruzado em algum momento e ninguém se deu conta. Quantas historias felizes, tristes, quantas lutas, quanta dor.

Cada um carrega em si um oceano, há quem saiba nadar mas prefira a margem. E há aqueles que mesmo sem saber mergulham fundo a fim de conhecer o que de melhor o outro pode oferecer. Me questiono quantas decepções amorosas aquela senhora com sacolas no braço e o neto no outro já viveu? Quantas noites sem dormir para garantir o sustento da casa aquele senhor de cabelos brancos passou? Será que hoje ao olharem pra trás estariam satisfeitos com a vida que viveram? Me parece que sim.

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